Sündae

A banda Sündae foi formada em São Paulo, em meados de 2003. Tinha diversas influências de bandas nacionais, como lava, bulimia, hats, cosmogonia, pulso, dominatrix, same e bandas riot grrrl e de hardcore, como bikini kill, sleater-kinney, bratmobile, at the drive in etc. Lançaram um CD em 2004 chamado Perfect Day, você pode ouvir online: aqui

Também um release da banda:

Com a intenção de fazer um mix com todas as bandas que curtimos, nos juntamos e transformos o Sündae num som sem definição de estilo, juntando ao mesmo tempo emoção, feminismo, amor e política.
Expressando nossos sentimentos mais sinceros em todas as letras: acreditamos que o amor seja livre, não importando a sua orientação; não concordamos com a manipulação das religiões e dos governantes sobre o povo, utilizando suas crenças / credos.
Sentimo-nos melhores por fazer o que gostamos e gostaríamos que esse sentimento fosse sentido por todos que assim o fazem.

 

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#Bandas Hoplo

Hoplo 01A banda Hoplo nasceu em algum momento do segundo semestre de 2001. Formada por 7 meninas (Ana Paula, Andreza, Carol Carvalho, Carol, Geisa, Mayra Biggs, Mayra Poitena) nasceu com o objetivo de produzir mais do que música, em ser uma banda performatica. Em sua única apresentação – no carnaval revolução de 2002 em BH, representou a história de Dafne e Apolo. Antes de tocar sua única música, a banda fez uma performance em que contava a história grega. Abaixo o pequeno script que achado da peça.

Para baixar a música:  http://cultiveresistencia.org/arquivoriotgrrrl/hoplo.mp3

 

 

DAFNE E APOLO – Cia. Hoplo de teatro

Narradora: Ana Paula (A) e Carol (C)
Apolo: Andreza (N)
Dafne: Geisa (G)

(A) Apolo, filho de Zeus. Abateu a serpente Pítonnas cavernas do Monte Parnasso.
Foi uma grande vitória e para comemorar o feito, Apolo instituiu os Jogos Píticos, nos quais os vencedores nas provas de força, rapidez na corrida ou nas disputas de carro eram coroados com uma grinalda de faia.

(A) Apolo estava envaidecido com o seu recente triunfo

(A) Dafne, mais uma dessas caçadoras jovens e independentes que abominam o amor e o casamento, e que são tão comuns nos relatos mitológicos

(A) No dia em que foi vista por Apolo, estava caçando, de vestido até o joelho, com os braços nus e os cabelos em desalinho. Apolo então pensou:

(C) “ Como seria ainda mais bela se estivesse adequadamente vestida e com os cabelos bem arranjados!”

(A) Esta idéia fez com que o fogo que consumia seu coração se erguesse em chamas muito mais fortes, e o levou a pôr-se imediatamente no seu encalço.

(A) Não é de se estranhar que Dafne dele tenha fugido. Toda uma seqüência de jovens infelizes e amadas pelos deuses teve o terrível destino de matar secretamente os filhos ou ser vítima de assassinato. O melhor que uma delas podia esperar era o exílio.

(C) “Pare, linda donzela, não quero fazer-te mal. Quero apenas poder amar-te. Por que foges? Sou um deus e meu pai é o próprio Zeus. Sou senhor de Delfos e Tenedos e conheço todas as coisas, presentes e futuras…”

(A) A ninfa estava surda às súplicas do deus e continuou em sua fuga. Apolo sentia-se mais encantado com Dafne, e passou a correr ainda mais rápido. Dafne desesperada rogou ao seu pai, o rio Peneu, que a ajudasse:

(C) “Salva-me, meu Pai. O deus está me alcançando e não tenho mais forças para fugir!”.

(A) O deus-rio estava triste, mas havia prometido ajudar a filha a não se casar, e resolveu intervir.
Assim, um torpor invadiu os membros da linda ninfa, e toda a sua pele começou a transformar-se numa leve casca, e ela não mais conseguia correr. Seus cabelos se tornaram verdes folhas, seus braços mudaram-se em galhos e os pés cravaram-se no solo, como raízes.

(A) Apolo vendo a transformação, e sentindo-se impotente, abraçou-se aos ramos da árvore e beijou ardentemente sua madeira.

(C) “Já que não podes ser minha esposa, serás minha planta favorita. Usarei tuas folhas como coroa; com elas enfeitarei minha lira e minha aljava. E, tão eternamente jovem quanto eu próprio, também hás de ser sempre verde e tuas folhas não envelhecerão”.

(A) O que cantou, porém, com tal paixão,
Não foi cantado nem sentido em vão.
Se foi surda a amada ao canto seu,
O canto aos outros homens comoveu.
Assim Apolo, deixando a ilusória
Paixão, no louro pôs a eterna glória.

(A) Estupro é qualquer tipo de atividade sexual cometida contra a vontade; se o estuprador usa de força ou não é irrelevante. Quando um homem estupra, ele acaba com qualquer ameaça de igualdade de gênero.

A letra da música foi composta com frases do Bendita Zine :

O sabor do sangue na minha boca
Aqui no chão é mais confortável
Quando eu puder sorrir de verdade ao andar pelas ruas
Você vai entender minhas palavras
Um esforço heróico para sorrir
Me resta apenas fechar os olhos
Não haverá em outros dias essa manta confortável de mentiras
Minha boca muda grita em tua orelha surda
Queria poder me acalmar também com um plano de fuga
Não menti quando disse que havia morrido
É assim que você quer me ver
Mesmo eu sendo carne, ossos, lágrimas e merda tanto quanto você
Vou respirar fundo toda vez que for gritar
As verdades que machucam seu ego masculino e bobo
Jamais verá em suas mãos minhas lágrimas
Não menti quando disse que havia morrido
Mas eu vou voltar
Bate de novo que eu te cuspo

#Bandas Lâmina

M3367S-4507 O Lâmina se originou como uma banda feminista que através de suas músicas queriam difundir seus ideais e seus protestos, tanto sobre a ótica política punk feminista ou quanto a sentimentos sobre a vida e o mundo. O som tinha pegadas de punk 77, grunge e riot girls, mas não se prendendo a nenhum tipo musical e tentando a cada dia fazer o som mais original possível. Suas principais referências musicais eram Bikini Kill, L7, Runaways, Bratmobile, Hole e Sonic Youth. A banda começou com Pryka Almeida (vocalista) e Thais Regina (guitarrista) em meados de 2003 passando por diversas formações.  Em 2005 se estabilizou com a baixista Dailla Facchini e a baterista Vanessa Ribeiro.  A banda se apresentou até 2008 em diversos lugares como Subjazz, Espaço Impróprio, Festivais Força Feminista, Hard Grrrls, Feminine Fest, entre outros shows punks em São Paulo. Uma das músicas do Lâmina foi feita em homenagem as mulheres que morreram queimadas em luta pela igualdade do direito ao voto em 8 de março de 1857 com um refrão que dizia: “Make up the revolution!”

Para escutar:

#Fotos Silêncio

Fotos realizadas por Marcela Mattos em fevereiro de 2005, especialmente para a mostra de arte “Minha Boca Muda Grita em Sua Orelha Surda”, que aconteceu dentro do Festival feminista LadyFest, em São Paulo, organizado pelo Portal Quitéria.

…:: silêncio ::
A idéia inicial aqui era escrever do que se trata esse trabalho, o que essas fotos e sons querem dizer e porque resolvi expressar o que penso sobre a violência sexual dessa forma.. Mas.. usando o clichê de que “uma imagem vale mais que mil palavras”, prefiro deixar que elas falem por si só..

Durante toda realização desse projeto sinto que passei por uma experiência incrível, que me fez concretizar ainda mais algumas opiniões que tenho a respeito desse tema. Por isso achei importante falar dos bastidores.. Antes, durante e depois das fotos, exatamente os momentos que permanecem em silêncio depois da obra pronta.

Ao convidar as meninas para fazer as fotos, expliquei a idéia, falei do sentimento que queria expressar e porquê. A princípio rolou uma grande dificuldade… Mas assim que começamos a conversar sobre o tema o clima de brincadeira deu lugar a momentos de introspecção. Momentos onde cada uma com certeza pôde entender muito do que é ser mulher e ter a necessidade de estar sempre alerta, lidando com situações incômodas e descobrindo formas de enfrenta-las.

Apenas falar sobre abuso sexual pode parecer banal e não ter nada de prático, mas pode também ser uma ótima forma de fortalecer e entender muitas coisas que permeiam a questão. A sensação de alívio que sentimos – eu e todas que colaboraram – após os ensaios fotográficos e a gravação do som prova que falar sobre a questão pode, sim, ser um passo inicial para enfrenta-la.

Toda mulher que já se sentiu vítima de algum tipo de violência sexual tem uma noção bem forte do que são sentimentos como raiva e angústia. Basta lembrar de uma situação para essas emoções aflorarem e vir à tona para denunciar a angústia que se sente quando se percebe que não é totalmente dona de seu corpo.

A verdade é que não existe mulher que não tenha, em algum momento de sua vida, sido vítima de alguma forma de violência – seja física, moral ou verbal – pelo simples fato de ser mulher. Todas, se pararem para pensar vão lembrar de algum momento em que se sentiram constrangida com algum comentário masculino nas ruas, ou de um parente que dispensou um tratamento “diferente” na infância, ou mesmo de um namorado que não respeitou limites. Fato é que a violência está também nas pequenas coisas, nos momentos do dia-a-dia, nas piadinhas e conversas, na mídia… E ninguém vai te explicar o que é ou não é uma violência contra o seu corpo! Muitos vão até querer palpitar sobre o que deve ou não ser considerado uma discriminação, mas o que é válido é o que você sente. Você é quem sabe quando se sentiu desrespeitada ou quando foi vítima de abuso.

*Marcela Mattos é jornalista e fotógrafa. Militante feminista autônoma

#Fotos Fragmentos, emoções, movimentos e revolução

Fotos por Marcela Mattos

Dominatrix (SP) Junho / 2004 Festival sinfonia de cães -Tietê

Biônica (SP) Junho / 2004 Festival Sinfonia de cães – Tietê

Dramaqueen (SP/SP) Setembro / 2004 Show no Outs

She Devils (Argentina) Março / 2005 LadyFest – Hangar

She Devils (Argentina) Março / 2005 LadyFest – Hangar

Cansei de ser sexy (SP/SP) Março / 2004 LadyFest – Outs

Cansei de ser sexy (SP/SP) Março / 2004 LadyFest – Outs

The Haggard (EUA) Novembro / 2003 Festival HardGrrrls – Hangar

Dominatrix (SP/SP) Novembro / 2003 Festival Hard Grrrls – Hangar

Dominatrix (SP/SP) Março / 2003 LadyFest – Hangar

Hats (SP/SP) Fevereiro / 2004 Outs

Hats (SP/SP) Fevereiro / 2004 Outs

Hats (SP/SP) Agosto / 2002 Las Senhoritas – Hangar

Hidra (SP/SP) Setembro / 2004 Lançamento Dykon Records – Hangar

Hidra (SP/SP) Março / 2005 LadyFest

Dominatrix (SP/SP) Setembro / 2004 Lançamento Dykon Records – Hangar

Anticorpos (Praia Grande/SP) Março / 2006 LadyFest – Hangar

The Dealers (SP/SP) Março / 2006 LadyFest – Hangar

Santa Claus (SP/SP) Março / 2006 LadyFest – Hangar

Cínica (SP/SP) Março / 2006 LadyFest – Hangar

Cínica (SP/SP) Março / 2006 LadyFest – Hangar

Miss Junkie (SP/SP) Março / 2006 LadyFest – Hangar

Mercenárias (SP/SP) Novembro / 2005 Mix Music (Festival Mix) – Galeria Olido

#Coletivos Artemisia

Se a minha memória não me falha, o Coletivo Artemisia teve seus primeiros passos dados no final de 1999. Ana Paula Ferreira, Janaína Siqueira, Regiane Varela e eu (Geisa França) conversamos sobre montar um coletivo feminista. Convidamos, então, a Elisa Gargiulo para participar. Em Janeiro de 2000 lançamos nosso primeiro informativo. Éramos, então cinco. Logo, juntou-se a nós a Mayra Vescovi. Nós existimos, oficialmente, até a criação do Quitéria em 2004. Foram, então, 4 anos de atividades. O coletivo foi formado exclusivamente por meninas e estávamos muito interessadas em fomentar discussão e estudo. Lançamos alguns textos nesse sentido (abaixo link para download). Organizamos, também, shows e debates. E desde a criação do Bendita nós que administramos o fanzine e o site. Foram anos de estudos, boas conversas, muito companheirismo e discussão também. Acho que pra quase todas nós era nossa primeira experiência em um coletivo e, portanto, descobrimos muitas coisas juntas. Íamos em muitos shows e gostávamos de conversar com todos sobre os temas que estudavámos. Durante nossa existência a formação mudou bastante, com a entrada da Isabella Targas e Mayra Poitena em dado momento, e saída da Elisa, da Regiane e da Janaína. Todas as integrantes tinham projetos paralelos de bandas e fanzines. Inclusive organizamos uma distro uma época – só de fanzines. Foi um período muito fertil!  Montamos uma banda performática junto com outras amigas para uma única apresentação no Carnaval Revolução de 2002, em Belo Horizonte (Banda Hoplo). É importante contextualizar toda a nossa produção – muitas das ideias que tínhamos fomos aperfeiçoando. Enviado por Geisa

Para baixar os informativos: http://cultiveresistencia.org/arquivoriotgrrrl/informativos.rar

Para baixar os textos: http://cultiveresistencia.org/arquivoriotgrrrl/textos.rar

Fotos do encontro “Dia da Ação Pela Saúde da Mulher”

 

Cartazes

 

Site

#Bandas Hitch Lizard

Hitch+Lizard+A16200161293413562A banda Hitch Lizard nasceu em 1997 e parou de tocar em 2001. Éramos cinco amigas que tinham afinidades musicais, duas faziam aula de guitarra, uma de bateria e eu nunca tinha tocado baixo, mas estudei violão por alguns anos na adolescência. Então, tivemos a ideia de fazer uma banda só de meninas e a amiga que não tocava nenhum instrumento gostava de cantar foi para o vocal. Começamos ensaiando covers e aprendendo a tocar e a tocar junto com outras pessoas porque até então nenhuma de nós tinha tido banda. Mas logo nos primeiros meses de banda a gente já tinha algumas músicas próprias. Depois de duas demos gravadas, a gente tinha projeto de gravar um disco cheio, mas a banda acabou antes disso. Paramos de tocar uma época por causa de um grave acidente de moto que a baterista havia sofrido, o que exigiu dela meses de recuperação. Quando a gente tentou voltar algumas coisas já tinham mudado, em nossa vidas pessoais e na própria ‘cena’ e a Tati ainda não estava boa pra tocar, então acabamos parando.

A formação original foi a mesma até o fim: Sachais (guitarra) e Sunessis (vocal) que são irmãs, Caroline (guitarra) e Tatiane (bateria) que também são irmãs e Gigi (baixo). Depois de alguns meses parada, devido ao acidente da Tati, a banda fez dois shows, um em Santos e um em São Paulo com um amigo nosso, o Kadu, tocando bateria. A Tati já estava andando e conseguiu tocar uma ou duas músicas com a banda numa bateria adaptada, pois na época ela não tinha recuperado a força da perna direita. Nunca tivemos grandes pretensões, as coisas foram rolando. Fizemos alguns shows e quando a gente percebeu ter uma banda de punk rock formada só por meninas era algo muito mais incomum do que que pensávamos, isso nos deu uma certa visibilidade e nos impulsionou a ter contato com o feminismo e ter apoio de outras meninas que tinham bandas e projetos.

As influências eram bem variadas, eu mesma ouvia muita coisa, quando a banda começou a gente ouvia muito punk rock e hardcore melódico depois começamos a ter outras referências, lembro de algumas bandas de maior influência: Ramones, Pennywise, NOFX, Bad Religion, Green Day, L7, No Doubt, Offspring, Dead Kennedys, Bikini Kill, Sleater Kinney, muita coisa.

Foram vários shows, em 98 e 99 a gente tocou bastante principalmente em Santos e São Paulo, mas também tocamos em outras cidades do interior e do litoral de São Paulo. Alguns shows foram bem marcantes como em 98 São Paulo no Alternative com Dominatrix, em 98 (ou 99?) na divisa Santos/São Vicente no Última Hora com Dominatrix e TPM, na rua Pamplona São Paulo em 98 num festival com muitas bandas boas, todas com mulheres tocando e em 99 (ou 2000?) em Caçapava com o Bambix.  A banda participou de várias coletâneas e gravou duas demos com cinco músicas próprias cada. A primeira chamada ‘Girl Pride’ em 1998 gravada em Santos na Master e a segunda ‘Love+Life+Peace’ gravada em 1999 em São Paulo no estúdio Rocha. Da primeira demo a música Girl Pride foi bem legal a receptividade, muita gente cantava o refrão junto “Girls can do anything!” e da segunda demo gostavam bastante da Self Defense e da The Rain. Quando a banda parou de tocar a gente já tinha mais duas músicas novas. Depois do término da banda fizemos um revival no casamento da Caroline há uns 3 anos, tocando umas músicas próprias e uns covers. Hoje em dia cada uma está numa caminhada, a Sachais trabalha com cinema, a Sunessis é atriz e modelo, a Carol é médica (e mãe) e a Tati é engenheira (e futura mãe). Eu sou psicóloga/funcionária pública e ainda continuo na música e na “cena alternativa”, mas não tocando em banda. Nossas caminhadas em relação a projetos de vida não parecem favorecer em voltar a tocar. Foi uma época incrível para todas nós e acho que um lugar marcante foi o canal 1 e o Marapé em Santos, onde fizemos nosso primeiro ensaio, onde todas moravam, onde a gente fazia músicas, escrevia letras e onde a gente inventou o nome da banda.

Para escutar: https://soundcloud.com/gigi-louise/sets/hitch-lizard-2/

Para baixar grátis: http://demospradownload.blogspot.com.br/2008/05/hitch-lizard.html

#Projetos Girls Rock Camp Brasil

528810_439048302834754_1516111758_nGirls Rock Camp é um projeto  de formação sociocultural que tem como foco principal promover a auto-estima, fortalecer laços de solidariedade, empoderamento e protagonismo infanto-juvenil feminino, e para isso usa como meio facilitador e lúdico, a música. Durante uma semana meninas de 7 a 17 anos participam do acampamento diurno e vivenciam uma experiência muito divertida e completa, aprendendo  noções básicas de seu instrumento preferido, formando um conjunto musical, fazendo uma composição própria, participando de atividades de fortalecimento da auto estima, desinibição, trabalho em grupo e fechando com uma apresentação ao vivo da composição autoral, aberta para os pais, familiares, amigos e toda a comunidade. Trabalham no acampamento somente instrutoras mulheres, para um ambiente de referencial presente e positivo de mulheres musicistas.

O primeiro GRCBrasil aconteceu em Sorocaba em janeiro de 2013, foi o primeiro na América do Sul e faz parte do Girls Rock Camp Alliance, uma aliança internacional de acampamentos com vivencias musicais para meninas. Recebeu 64 campistas de todo país e contou com ajuda de 52 voluntárias que participaram como instrutoras de instrumentos e workshop, produtoras e empresárias das bandas formadas, registrando com fotos e vídeos, sendo mestres de cerimônia, ajudando na produção do evento, entre outras diversas funções.

Na primeira edição fizeram parte das atividades: aulas de guitarra, baixo, bateria, vocal e teclado; oficinas de silkscreen, composição musical, criação de fanzines, expressão corporal, defesa pessoal e imagem e identidade; ensaios diários com as bandas; almoço com show ao vivo de grupos que tenham a maior parte da formação composta por mulheres.

Para saber mais acesse: http://www.girlsrockcampbrasil.org ou  https://www.facebook.com/girlsrockcampbrasil